Na adolescência eu estava acima do peso. Ouvi piadas. Evitei tirar a camiseta. Me senti inseguro.
Aos 17 anos recebi um diagnóstico de pré-diabetes e colesterol elevado.
Foi ali que entendi que não era só estética. Era saúde. Era futuro.
Comecei a estudar, testar, errar, ajustar.
Em três meses perdi 13 kg. Mas mais importante que isso: aprendi a construir constância.
Já passei por compulsão alimentar, efeito sanfona e extremos desnecessários. Por isso hoje meu trabalho não é baseado em radicalismo.
É baseado em estratégia.









